N/A: Gostaria de agradecer à Livia e Raquel por terem começado a ler o De Cereja, e por todas as outras pessoas que estão acompanhando Lucy. Muito obrigada mesmo, por terem reacendido o De Cereja. Um grande beijo e um forte abraço. Espero que gostem deste capítulo. Até.

Sábado fomos tomar sorvete, fui eu quem deu a idéia, ele não parececeu gostar muito não, mas pelo amor de Deus, que ser humano normal na face da Terra não gosta de sorvete? Pois é. Quando chegamos apenas EU estava comendo, perguntei se ele queria e ele disse que não, então, eu como minha mente brilhaante disse:
- Se você não comer este sorvete de chocolate é porque não gosta de mim.
Prontamente ele devorou a colherzinha! Mas agora é que vem a melhor parte, ou pior... Ele tirou um treco com a ponta afiada e furou seu próprio dedo, olhei aquilo com uma interrogação, ele então olhou pra mim e disse:
- Eu sou diabético, Lucy. E isto – ele levantou o trequinho – é um medidor de glicose. Eu não posso comer nada doce. – ai meu Deeus, coitado do menino, o que eu fiz?
- Minha Nossa, Andrew! Então porque não me disse antes?
- Você disse que se eu realmente gosto de você eu deveria tomar. Não precisei nem pensar.
- Mas e se você passar mal?
- Pelo menos eu provei a você.

Graças a Deus, ele não passou mal e no domingo demos uma corridinha à beira do lago. É sério, esse menino é completamente dooido.
Hoje o Andrew falou que me levará a casa dele para me ensinar a andar de bicicleta, porque eu de burra fui inventar de falar isso a ele. Ah é... Eu não sei andar de bicicleta... Nunca tive a oportunidade, quando eu tentava só fazia cair... Então desisti. Mas aí o Andrew achou suuuuuper engraçado sabe e disse que ia me ensinar de uma vez por todas. Ninguém merece. Mas algo em mim esta super triste... Hoje é o último dia... E eu ainda não tenho certeza de nada, essa semana fez minha cabeça girar... As vezes fico achando se não é o que a Gina disse, que eu estou tentando esconder de mim mesma o que sinto, mas... talvez ele realmente seja terrível como Funnie me alertara, afinal existe a Beatrice. O sinal acaba de tocar para largarmos, antes de sair Georgie vem falar comigo:
- Lucy, veja... Hoje, pelas minhas contas, é o último dia da semana de vocês não é?
- Sim...
- E eu sei que vai ser meio que decisivo.
- Acho que sim...
- Bem. Eu gostaria de lhe dar um conselho de amiga.
- Diga, sou toda ouvidos.
- Você ainda é muito cabeça dura... Você o ama e não quer aceitar.
- Georgie agora não. Não quero falar sobre isso agora.
- Ta O.K. Mas cuidado. Cuidado com o que disser e fizer, ele está gostando mesmo de você, pode criar esperanças com qualquer coisa que você faça.
- Calma Georgie. Ele é maduro o suficiente para não confundir as coisas. Além do mais tem a Beatrice.
- Quem? Estávamos no lago, e ela ligou...
- E? – penso um instante.
- Ah... deu pra ouvir ela falando Georgie... ela usou um tom de voz meloso.
- Lucy... poderia ser a mãe dele.
- Não... Disso eu tenho certeza.
- Vai ver era uma ex dele... mas, ele não estava com ela estava? – faço que não coma a cabeça – ele estava com você. Então esquece.
Concordo de leve com a cabeça. Ela me da um beijo e sai. Nossa a Georgie exagera legal. Mal saio da sala e de repente sinto alguém me puxando de volta, era Wanessa, ela entra, fecha a porta e me joga contra a parede para que ninguém nos visse:
- Ei sua louca. Se queria falar comigo era só dizer, você não tem o direito de sair me segurando e me jogando contra a parede não. – quem essa rata fedida pensa que é??
- Olha aqui sardenta – eu vou quebrar a cara dessa cabelo ruim – eu estou lhe avisando com antecedência... Pare de ver o Andrew. Pare de atrapalhar a minha vida com ele.
- Qual é o seu problema hein pequena mula? Você está pensando o que? Que é a dona dele é? – ela está com uma cara péssima, os olhos vermelhos, de quem andou chorando.
- Eu sei que estavam em um barquinho de namorados na sexta-feira. Era para eu estar lá. Eu. – loucaaaaa – olha aqui... Fique longe dele Sardenta. Você estava no seu canto, tomando conta da sua vida. Agora vocês se vêem todos os dias, passaram até o final de semana juntos, saíram no sábado para um sorvetinho, no domingo para um cooper a beira do lago... Estou cheia de ficar sabendo que andam juntos. Estou cheia de saber que ele te dá carinho e não a mim – ela põe o dedo no meu rosto, AH NÃO.
- Ô sua rata fedida, vai tirando esse dedo da minha frente, antes que eu o quebre. Eu não posso fazer nada se ele não quer nada com você. Quer ele? Pega. E faça bom proveito. Antes que a Beatrice o faça. Mas eu não vou deixar de ver ninguém porque você está com dor de cotovelo pelo fato dele preferir passar mais tempo comigo, que sou apenas amiga, e que nunca me joguei nos braços dele do que com você que já tenta há séculos e nunca conseguiu nada. Quem sabe no dia que você for você mesma ele não vai gostar de você. Agora sai da minha frente que eu tenho mais o que fazer do que ficar aqui escutando essas tolices.
- Sardenta – ela me segura novamente, agora apertando o meu braço – escuta bem... Você não me conhece. Você realmente não sabe o que eu posso fazer...
- Wanessa. Solta agora o meu braço. Se não a coisa vai ficar séria – ALGUÉM POR FAVOR TIRA ESSA RATA FEDIDA DAQUI ANTES QUE EU FAÇA ALGO COM O QUAL ME ARREPENDA.
- Será que você não vê Sardenta? Já ta séria a muito tempo. Ta séria desde o momento que você não agiu como você sempre foi, na frente dele. Deu uma de educada e gentil.
- Qual é o SEU problema? Agora eu tenho que entrar no seu joguinho para você conseguir o cara que você quiser? Você acha mesmo que se você tivesse parecido gentil naquele dia ele teria ficado com você? Você perdeu a cabeça Wanessa. Um cara só gosta de uma garota quando ela é o que é. Apenas assim ele se apaixona por ela, isso se ele gostar de quem ela é, porque se não, é melhor ela esquecê-lo. Faça isso Wanessa esqueça-o, não porque eu o queira... Mas pelo seu próprio bem. Por pior que você seja, não te desejo TUDO de mal não.
- Sardenta... ALôuuu, não me interessa o que tem a dizer... Não me interessa o que ache ou pense. Apenas quero que fique longe dele... LONGE. ELE É MEU SARDENTA MEU! ENTENDE DE UMA VEZ POR TODAS!
- Sai da minha frente Wanessa, fica longe de mim... Não quero ter que olhar mais nessa sua cara de rata e pequena mula... Não quero mais ter que sentir esse seu perfume de quinta... Não quero mais ter que ouvir essa sua voz fanha... Não quero mais ter que ver esse seu cabelo ruim... Some, desaparece. Não entende que ele não gosta de você? Não entende que daqueles caras nenhum gosta de você? Não entende que as únicas pessoas que estão com você, as suas “amigas” estão porque com certeza querem algo? Você não é querida por ninguém. Um dia você foi a minha amiga, mas me deu as costas.
- É claro, eu não ia ser amiga de uma menina feia... sem graça, que não tem senso algum, além do mais que usava aqueles aparelhos horríveis.
- Sabe Wanessa, foi muito melhor ter usado aquilo, do que ter esses dentes tortos de castor que você tem. Na moral, você deveria ter vergonha de sorrir.
Ela voou em mim querendo me bater, então comecei a dar chute para todo lado, enquanto via a tentativas dela inúteis de tentar me atingir, ela deu um puxão no meu cabelo... AH ISSO NÃO FICA ASSIM:
- SUA RATA FEDIDA. PEQUENA MULA. CACHORRA SALAFRÁRIA. FALSA. SEM ESCRÚPULOS. SEM PERSONALIDADE.
Voei no pescoço dela, a joguei no chão, me sento sobre o seu corpo, coloquei suas mãos presas entre as minhas pernas e seu corpo, então começo:
- ISTO É POR TER SIDO FALSA COMIGO – dou uma tapa na sua cara –ISTO É POR SER UMA RATA FEDIDA – outra – ISTO É POR NÃO TER A MÍNIMA PERSONALIDADE – mais outra – ISTO É POR COLOCAR O DEDO NO MEU ROSTO – outra – ISTO É POR ME CHAMAR DE SARDENTA – mais uma – ISTO É POR SE ACHAR NO DIREITO DE ME JOGAR CONTRA UMA PAREDE – outra – ISTO É POR TER ME HUMILHADO TANTAS VEZES – mais uma, estou chorando em lembrar daquelas coisas, e de raiva, não vou parar – ISTO É POR INFECTAR A MINHA AMIGA MINA, ELA ERA A MINHA AMIGA! – mais uma em cheio – E ISTO É PARA VOCÊ ENTENDER QUE EU NÃO SOU SEU CAPACHO! – Finalizo com mais uma, mas essa uma se estendeu em mais um monte, estou cega de ódio...
Alguém me puxou de cima dela gritando, Andrew me olha nos olhos:
- Calma Lucy! Fica calma. Vamos sair daqui.
Estou sem forças... Minha mão está ardendo e muito vermelha... Só penso em chorar, antes de sair olhei para ela, estava com o rosto todo vermelho e o canto da boca sangrando... Ela levanta e grita:
-VOU TE MATAR SARDENTA! ESCUTA BEM EU VOU TE MATAR!
Não acredito que fiz algo tão bruto, mas bem que ela mereceu. Andrew me ajuda a andar até o lado de fora do colégio, sentamos no chão, estou chorando... chorando... o sangue está a flor da pele, só penso em bater nela... bater e bater. Bater por tudo que já chorei por ela, bater por cada momento de sofrimento que tive... Aquela vagabunda... Estou me sentindo um monstro, Andrew está me abraçando e tentando me acalmar. Então ele me coloca no colo e começa a caminhar até a casa dele comigo nos braços. Deus me perdoe pelo o que fiz. Me perdoe por tanto ódio e rancor. Fiquei cega de ódio. Teve um momento que senti que ela queria tirar o Andrew de mim e aí fiquei louca... Não sei o que foi isso.
Hoje o Andrew falou que me levará a casa dele para me ensinar a andar de bicicleta, porque eu de burra fui inventar de falar isso a ele. Ah é... Eu não sei andar de bicicleta... Nunca tive a oportunidade, quando eu tentava só fazia cair... Então desisti. Mas aí o Andrew achou suuuuuper engraçado sabe e disse que ia me ensinar de uma vez por todas. Ninguém merece. Mas algo em mim esta super triste... Hoje é o último dia... E eu ainda não tenho certeza de nada, essa semana fez minha cabeça girar... As vezes fico achando se não é o que a Gina disse, que eu estou tentando esconder de mim mesma o que sinto, mas... talvez ele realmente seja terrível como Funnie me alertara, afinal existe a Beatrice. O sinal acaba de tocar para largarmos, antes de sair Georgie vem falar comigo:
- Lucy, veja... Hoje, pelas minhas contas, é o último dia da semana de vocês não é?
- Sim...
- E eu sei que vai ser meio que decisivo.
- Acho que sim...
- Bem. Eu gostaria de lhe dar um conselho de amiga.
- Diga, sou toda ouvidos.
- Você ainda é muito cabeça dura... Você o ama e não quer aceitar.
- Georgie agora não. Não quero falar sobre isso agora.
- Ta O.K. Mas cuidado. Cuidado com o que disser e fizer, ele está gostando mesmo de você, pode criar esperanças com qualquer coisa que você faça.
- Calma Georgie. Ele é maduro o suficiente para não confundir as coisas. Além do mais tem a Beatrice.
- Quem? Estávamos no lago, e ela ligou...
- E? – penso um instante.
- Ah... deu pra ouvir ela falando Georgie... ela usou um tom de voz meloso.
- Lucy... poderia ser a mãe dele.
- Não... Disso eu tenho certeza.
- Vai ver era uma ex dele... mas, ele não estava com ela estava? – faço que não coma a cabeça – ele estava com você. Então esquece.
Concordo de leve com a cabeça. Ela me da um beijo e sai. Nossa a Georgie exagera legal. Mal saio da sala e de repente sinto alguém me puxando de volta, era Wanessa, ela entra, fecha a porta e me joga contra a parede para que ninguém nos visse:
- Ei sua louca. Se queria falar comigo era só dizer, você não tem o direito de sair me segurando e me jogando contra a parede não. – quem essa rata fedida pensa que é??
- Olha aqui sardenta – eu vou quebrar a cara dessa cabelo ruim – eu estou lhe avisando com antecedência... Pare de ver o Andrew. Pare de atrapalhar a minha vida com ele.
- Qual é o seu problema hein pequena mula? Você está pensando o que? Que é a dona dele é? – ela está com uma cara péssima, os olhos vermelhos, de quem andou chorando.
- Eu sei que estavam em um barquinho de namorados na sexta-feira. Era para eu estar lá. Eu. – loucaaaaa – olha aqui... Fique longe dele Sardenta. Você estava no seu canto, tomando conta da sua vida. Agora vocês se vêem todos os dias, passaram até o final de semana juntos, saíram no sábado para um sorvetinho, no domingo para um cooper a beira do lago... Estou cheia de ficar sabendo que andam juntos. Estou cheia de saber que ele te dá carinho e não a mim – ela põe o dedo no meu rosto, AH NÃO.
- Ô sua rata fedida, vai tirando esse dedo da minha frente, antes que eu o quebre. Eu não posso fazer nada se ele não quer nada com você. Quer ele? Pega. E faça bom proveito. Antes que a Beatrice o faça. Mas eu não vou deixar de ver ninguém porque você está com dor de cotovelo pelo fato dele preferir passar mais tempo comigo, que sou apenas amiga, e que nunca me joguei nos braços dele do que com você que já tenta há séculos e nunca conseguiu nada. Quem sabe no dia que você for você mesma ele não vai gostar de você. Agora sai da minha frente que eu tenho mais o que fazer do que ficar aqui escutando essas tolices.
- Sardenta – ela me segura novamente, agora apertando o meu braço – escuta bem... Você não me conhece. Você realmente não sabe o que eu posso fazer...
- Wanessa. Solta agora o meu braço. Se não a coisa vai ficar séria – ALGUÉM POR FAVOR TIRA ESSA RATA FEDIDA DAQUI ANTES QUE EU FAÇA ALGO COM O QUAL ME ARREPENDA.
- Será que você não vê Sardenta? Já ta séria a muito tempo. Ta séria desde o momento que você não agiu como você sempre foi, na frente dele. Deu uma de educada e gentil.
- Qual é o SEU problema? Agora eu tenho que entrar no seu joguinho para você conseguir o cara que você quiser? Você acha mesmo que se você tivesse parecido gentil naquele dia ele teria ficado com você? Você perdeu a cabeça Wanessa. Um cara só gosta de uma garota quando ela é o que é. Apenas assim ele se apaixona por ela, isso se ele gostar de quem ela é, porque se não, é melhor ela esquecê-lo. Faça isso Wanessa esqueça-o, não porque eu o queira... Mas pelo seu próprio bem. Por pior que você seja, não te desejo TUDO de mal não.
- Sardenta... ALôuuu, não me interessa o que tem a dizer... Não me interessa o que ache ou pense. Apenas quero que fique longe dele... LONGE. ELE É MEU SARDENTA MEU! ENTENDE DE UMA VEZ POR TODAS!
- Sai da minha frente Wanessa, fica longe de mim... Não quero ter que olhar mais nessa sua cara de rata e pequena mula... Não quero mais ter que sentir esse seu perfume de quinta... Não quero mais ter que ouvir essa sua voz fanha... Não quero mais ter que ver esse seu cabelo ruim... Some, desaparece. Não entende que ele não gosta de você? Não entende que daqueles caras nenhum gosta de você? Não entende que as únicas pessoas que estão com você, as suas “amigas” estão porque com certeza querem algo? Você não é querida por ninguém. Um dia você foi a minha amiga, mas me deu as costas.
- É claro, eu não ia ser amiga de uma menina feia... sem graça, que não tem senso algum, além do mais que usava aqueles aparelhos horríveis.
- Sabe Wanessa, foi muito melhor ter usado aquilo, do que ter esses dentes tortos de castor que você tem. Na moral, você deveria ter vergonha de sorrir.
Ela voou em mim querendo me bater, então comecei a dar chute para todo lado, enquanto via a tentativas dela inúteis de tentar me atingir, ela deu um puxão no meu cabelo... AH ISSO NÃO FICA ASSIM:
- SUA RATA FEDIDA. PEQUENA MULA. CACHORRA SALAFRÁRIA. FALSA. SEM ESCRÚPULOS. SEM PERSONALIDADE.
Voei no pescoço dela, a joguei no chão, me sento sobre o seu corpo, coloquei suas mãos presas entre as minhas pernas e seu corpo, então começo:
- ISTO É POR TER SIDO FALSA COMIGO – dou uma tapa na sua cara –ISTO É POR SER UMA RATA FEDIDA – outra – ISTO É POR NÃO TER A MÍNIMA PERSONALIDADE – mais outra – ISTO É POR COLOCAR O DEDO NO MEU ROSTO – outra – ISTO É POR ME CHAMAR DE SARDENTA – mais uma – ISTO É POR SE ACHAR NO DIREITO DE ME JOGAR CONTRA UMA PAREDE – outra – ISTO É POR TER ME HUMILHADO TANTAS VEZES – mais uma, estou chorando em lembrar daquelas coisas, e de raiva, não vou parar – ISTO É POR INFECTAR A MINHA AMIGA MINA, ELA ERA A MINHA AMIGA! – mais uma em cheio – E ISTO É PARA VOCÊ ENTENDER QUE EU NÃO SOU SEU CAPACHO! – Finalizo com mais uma, mas essa uma se estendeu em mais um monte, estou cega de ódio...
Alguém me puxou de cima dela gritando, Andrew me olha nos olhos:
- Calma Lucy! Fica calma. Vamos sair daqui.
Estou sem forças... Minha mão está ardendo e muito vermelha... Só penso em chorar, antes de sair olhei para ela, estava com o rosto todo vermelho e o canto da boca sangrando... Ela levanta e grita:
-VOU TE MATAR SARDENTA! ESCUTA BEM EU VOU TE MATAR!
Não acredito que fiz algo tão bruto, mas bem que ela mereceu. Andrew me ajuda a andar até o lado de fora do colégio, sentamos no chão, estou chorando... chorando... o sangue está a flor da pele, só penso em bater nela... bater e bater. Bater por tudo que já chorei por ela, bater por cada momento de sofrimento que tive... Aquela vagabunda... Estou me sentindo um monstro, Andrew está me abraçando e tentando me acalmar. Então ele me coloca no colo e começa a caminhar até a casa dele comigo nos braços. Deus me perdoe pelo o que fiz. Me perdoe por tanto ódio e rancor. Fiquei cega de ódio. Teve um momento que senti que ela queria tirar o Andrew de mim e aí fiquei louca... Não sei o que foi isso.

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