N/A: Mil perdões pela demora. =X. Colégio e outras coisas. ^^'. Ah... há uns dois dias atrás eu JURO, eu tentei atualizar, mas o blog deu problema, e ja tava tarde da noite, awe tive que sair. -.- . Mas, tá aqui, o capítulo 21. Beijos! ;***
Ai... Tudo dói... Estou com uma sensação horrível de vazio, abro os olhos aos poucos, está tudo tão claro... Onde estou? Abro mais meus olhos, devido a claridade está difícil enxergar, com o tempo meus olhos vão se acostumando, é quando ouço a familiar voz de Daniel:
-Olhe, ela está acordando.
-Dan?
Ele estava sentado ao meu lado esquerdo, olhando para mim com um misto de preocupação e repreensão. Depois olho para o meu lado direito e Andrew estava em pé, seu kimono entre aberto deixando a mostra seu tórax nu e bem definido, Deus como é lindo. Ele fala:
-Lucy... – ele parece aliviado, mas seus olhos estavam cravejados, do que me apreciam ser, pérolas cintilantes, mas eram lágrimas – ainda bem que acordou.
Daniel chega mais perto e fala:
-Lucy. Ficamos preocupados. – depois ele coloca um pequeno sorriso na boca. – Pirra doida. Quer morrer é? Fica inventado dietas malucas é nisso que dá.
-O que aconteceu, não lembro de nada. – pergunto com ar de inocente.
-Você com essa invenção de não comer, ficou fraca, não agüentou e desmaiou. Todos nós sabemos que está gorda... Mas não invente mais essas coisas – palhaço, me vê nessa situação e ainda me chama de gorda.
-Nossa Dan, como melhorou a minha auto estima. - Ele sorri e me da um beijo na cabeça.
-Vou ligar para o papai, para vir nos buscar.
Concordo com a cabeça, ele sai e me deixa a sós com Andrew, que se aproxima de mim:
-Nossa Lucy. Você me deixou muito preocupado. Quando te vi caída no chão lá na academia fiquei com ar de louco.
-Haha... De vê ter sido uma cena linda. – agora ele está sorrindo
-Ta achando graça não é?
-Sinceramente... Estou sim. Mas... Seus olhos estão vermelhos, o que foi? – tenho que dar uma de ingênua.
-Não sei... Acho que é o ar condicionado daqui... Acho que irritou os meus olhos.
-Está bem. – finjo que acredito – Desculpe ter estragado o nosso 2º dia.
-Não estragou não. Eu passei mais tempo com você do que imaginei. Você desmaiada em meus braços, serena, indefesa... Estava linda.
-Foi você quem me trouxe? – eu pensei que o Daniel tivesse ido lá.
-Fui eu sim. Saí da academia correndo com você nos meus braços. Ainda estou de kimono – realmente... – então me joguei em frente a um táxi para ele parar, entrei vim para cá, no caminho liguei para seu irmão, e quando cheguei aqui, o taxista nem cobrou a corrida.
-Sério? Porque?
-Disse que iria descontar porque viu minha preocupação.
-Hahaha... Deu um calote no taxista não foi? – Kkkkkkkk, ele ri comigo.
-Viu o que você me faz fazer? Até calote já estou dando.
Rio com ele, ficamos conversando e brincando por algum tempo, depois vejo meu pai entrando no quarto, ele estava lindo, arrumado para o trabalho, estava com um ar preocupado, em seus calcanhares vinha Daniel. Papai me olhou e me abraçou:
-Minha filha. Fiquei muito preocupado. Parece que não tem responsabilidade. Cadê a minha filha que tem bom senso?
-Desculpe-me pai. Não sei onde estava com a cabeça.
Ele sorri e concorda. Depois olha para Andrew:
-E você deve ser Andrew não é?
-Sim Sr. Filliart. Andrew Cloney.
-Meu jovem, pode me chamar de James. Trouxe a minha filha o mais rápido que pode, e soube que também se jogou na frente de um táxi para que ele os trouxesse aqui. Foi corajoso. Ah... também soube que deu uma gritaria aqui. – como assim? – Agradeço tudo o que fez pela minha filha.
-Ah, não há de quer James. Só fiz o que devia ser feito.
Olho para eles conversando... Uma cena que pensei ser inédita. Os três homens de minha vida. Meu pai. Meu irmão e... Andrew. Acho que esta cena ficará em minha mente por um bom e longo tempo... A cena dos três homens mais lindos e importantes de minha vida, quer dizer... Andrew até agora tem sido um bom amigo... os que mais se importam comigo... Conversando, e boa parte sobre mim... Papai o adorou e Daniel também. Nem se Andrew tivesse planejado como agradá-los teria conseguido com tamanha destreza. Ele me salvou. Se eu tivesse desmaiado a caminho de casa? Ou no colégio? Ou em algum lugar desconhecido, poderia ter ficado ali sem ajuda. Mas não... Dei a sorte de ter Andrew por perto, que feito um louco se jogou na frente de um táxi, passou um calote, deu uma gritaria no hospital, chorou... E tudo isso por mim. Não acho que seja um teatrinho o que ele esta fazendo , seria possível? Acho que estou acreditando... que ele goste de mim, acreditando que ele realmente seja uma pessoa boa. Mas ainda temos 6 dias... Mais 6 dias e veremos...

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